terça-feira, 12 de janeiro de 2010

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Mexe com vc?

Eu fui, e foi ótimo!



"... Um samba quente, harmonioso e buliçoso
Mexe com a gente, dá vontade de viver..."



Uma das coisas que mais me emociona é ver a alegria da vitória de alguém, sentir a felicidade de realização de uma pessoa, que lutou e sonhou muito por alguma coisa, que no momento se faz verdade e fato.
A felicidade se vê no olhar, no sorriso, na voz. Com choro ou não.
Roberta Sá saltitava no palco, e gritava: "A gente tá na Fundição!" , precisa dizer mais???





sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Atitude filosófica

Estávamos eu e Rapha andando na Mem de Sá em direção aos Arcos, mas ouvimos uma coisa... Era Noel Rosa cantando Filosofia, num radinho dentro duma loja com o portão semi-fechado.Tinha gente bebendo em mesas na calçada e ficaram nos olhando, sorrindo. Não sei o que era aquela portinhacom o rádio, mas tocava Noel e um gato amarelado nem se abalava do lado de dentro do vidro, dormia profundamente. Na maioria das vezes correria não permite esses pequenos prazeres... que bom que esse dia não era um como os outros. Pudemos parar, cantar e regsitrar o momento. Agora passo-o pra cá. A música é linda, fica a reflexão.

Feliz aniversário Rapha!

( E, obrigada Noel. )

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O mundo me condena, e ninguém tem pena
Falando sempre mal do meu nome
Deixando de saber se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome


Mas a filosofia hoje me auxilia
A viver indife....rente assim
Nesta prontidăo sem fim
Vou fingindo que sou rico
Pra ninguém zombar de mim

Năo me incomodo que vocę me diga
Que a sociedade é minha inimiga

Pois cantando neste mundo
Vivo escravo do meu samba, muito embora vagabundo

Quanto a vocę da aristocracia
Que tem dinheiro, mas năo compra alegria
Há de viver eternamente sendo escrava
Dessa gente que cultiva hipocrisia


Filosofia, de Noel Rosa

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Já desmontou sua árvore de Natal? É hoje o dia



Hoje é o dia de Santo Reis
Anda meio esquecido
Mas é o dia da festa
De Santo Reis
Hoje é o dia de Santo Reis
Anda meio esquisito
Mas é o dia da festa
De Santo Reis...

Eles chegam tocando
Sanfona e violão
Os pandeiros de fita
Carregam sempre na mão
Eles vão levando
Levando o que pode
Se deixar com eles
Eles levam até os bodes...

É os bodes da gente
É os bodes, mééé
É os bodes da gente
É os bodes, mééé

Hoje é o dia de Santo Reis
Hoje é o dia de Santo Reis
Hoje é o dia, hié! hié!
De Santo Reis
Hoje é o dia de Santo Reis
É o dia da festa, hié! hié!..(3x)

A Festa do Santo Reis, de Tim Maia

Que letra louca! Essa é uma das que eu adoraria poder perguntar pro cara que fez o que que ele tava pensando quando escreveu! Pqp

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Dias de Janeiro...







... calor demais

(Otto)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Saco de chá

Simbolismo ambíguo
-Por ser calmante mostra o nervosismo-

Calma ensacada
Desespero embrulhado
Esperança
Socorro
Solidão?
-Um pouco talvez-
Falta de análise
A beira de surto
Quase maluca

Por outro lado
Confissão de fraqueza

Um pouco fraco todo mundo é
Mas nem todo mundo assume

De calmante todo mundo precisa - Alguns mais-
Eu talvez -Ou com certeza-

Falo muito
E só não falo mais
Porque não perguntam

Quanto mais amigos,
Menos análise?

Preciso na verdade
Não de um saco,
Mas de uma caixa inteira de chá
Ou algo mais forte.

Chocolate
Doce, pra aliviar o amargo
(Do meu humor)

Silêncio,
Senão eu grito
-Sem meio termo-
Às vezes é melhor calar a boca
E esperar o sentimento suavizar

s u a v i z a r

s u a v i z a r ...



Dezembro de 2005, quando eu descobri o chá.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Imagem poética I

Imagem poética II

Passa uma borboleta por diante de mim
E pela primeira vez no Universo eu reparo
Que as borboletas não têm cor nem movimento,
Assim como as flores não têm perfume nem cor.
A cor é que tem cor nas asas da borboleta,
No movimento da borboleta o movimento é que se move,
O perfume é que tem perfume no perfume da flor.
A borboleta é apenas borboleta
E a flor é apenas flor.

de Fernando Pessoa (Alberto Caeiro) em O guardador de rebanhos, poema XL.

imagem poética III

.
.
.

Mas a imagem atingiu as profundezas antes de emocionar a superfície. E isso é verdade numa simples experiência de leitura. Essa imagem que a leitura do poema nos oferece torna-se realmente nossa. Enraíza-se em nós mesmos. Nós a recebemos, mas sentimos a impressão de que teríamos podido criá-la, de que deveríamos tê-la criado. A imagem torna-se um ser novo da nossa linguagem, expressa-nos tornando-nos aquilo que ela expressa- noutras palavras, ela é ao mesmo tempo um devir de expressão e um devir do nosso ser. Aqui a expressão cria o ser.**

Sobre a imagem poética, de Bachelard em A poética do espaço, livro que me intriga e nunca acabo de ler...

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Καλη Χρονιά!



Seja muito bem vindo 2010!


Imagem tirada por um amigo paulista que me deu um bolo na virada, rsrsrs. Ele veio pro RJ só pra tirar essa foto pra mim, obrigada!!! kkkk

Que o brilho e beleza dos fogos de artifício ecoem o resto do ano!