quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
quebras de paradoxos e acasos do destino ou sorte
1-
Fui a Sp e a única coisa que fiz questão de fazer foi ir ao Tomie Othake ver a exposição da Louise Bourgeois. Talvez viesse pro Rio, mas, nunca se sabe, e eu não podia perder essa como perdi a da Pippiloti Rist, seria demais pra mim. Fiz planos de ir na sexta, assim que chegasse, mas, não aconteceu como planejei. No domingo novamente eu disse que iria, e com aquele clima de domingo fui deixando pra mais e mais tarde, até virar motivo de piada. Bem, fui mais tarde, em companhia da minha querida prima, que é advogada que acha o máximo assistir exposição com artista. Ela diz que artista sempre explica o trabalho e ajuda a entender melhor. Logo no início da exposição, chegando a um dos primeiros trabalhos, uma pintura vermelha ela disse " ah, esse é guache", estávamos ainda nos aproximando da tela. E eu, artista né, disse " Não, deve ser aquarela, olha essa aguada." Chegamos perto e ela estava certa, era guache.Nunca confie em artistas, eles não sabem nada de nada.
2-
De manhã antes de irmos ver a exposição, durante o café da manhã, ou do almoço, antes de a visita virar piada, eu comentava sobre a exposição que vi há 6 anos atrás e em especial da peça da Denise Stoklos, sobre a Louise Bourgeois. Contei da minha agonia em ver Denise subindo e descendo as escadas, dos braços quebrados e da frustração em não poder ver a peça mais uma vez. No final da exposição tinha um canto com os mesmos objetos (apenas 3 ) de cena da peça e muitas cadeiras. Nesse momento eu já vibrei de alegria, na esperança de poder ver a peça novamente. Perguntamos ao cara da iluminação se era mesmo a peça da Denise, e era. A entrada era gratuita e as senhas já haviam acabado, mas, ainda assim os responsáveis pela peça foram super convidativos, dizendo que haveria fila de espera e ainda que era possível assistir a peça de pé, se quisesse. Esperamos e conseguimos. Assistimos a peça, vi Denise (e Louise também, como não?) novamente. Meus olhos já não marearam tanto, mas suas mãos não perderam nada da sua força. As subidas e descidas de escada foram menos frequentes e mais cautelosas. Minha agonia menor por isso. Senti saudade de Louise, que se foi ano passado, produzindo até os 99 anos de idade, e que certamente foi o que garantiu sua sobrevivência. Louise dizia que " Arte é garantia de sanidade.", e eu apenas concordo, 100%.

P.S.> A expo virá pro Rio, pro MAM, em setembro ou outubro. Mas eu aviso, podexá!
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Marco zero
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Sem se atreverem a ter um olhar sequer

Chagas abertas, sagrado coração todo amor e bondade, o sangue do meu senhor Jesus Cristo no meu corpo se derrame, hoje e sempre. Eu andarei vestido e armado, com as armas de São Jorge, para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem, e nem em pensamento eles possam ter para me fazerem o mal, armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças quebrarão sem meu corpo chegar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrarem.
Jesus Cristo me proteja e me defenda com o poder da sua santa e divina graça, a Virgem Maria de Nazaré me cubra com seu sagrado e divino manto, me protegendo em todas as minhas dores e afliçoes e Deus com a sua divina misericordia e grande poder seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos, e o glorioso São Jorge em nome de Deus, em nome de Maria de Nazaré , em nome da Falange do Divino Espirito Santo estenda-me o seu escudo e as suas armas poderosas defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza dos meus inimigos carnais e espirituais , e de todas as suas más influencias, e que debaixo das patas de seu fiel Ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a Vós sem se atreverem a ter um olhar sequer que me possa a prejudicar. Assim seja com o poder de Deus de de Jesus Cristo e da Falange do Divino Espirito Santo, Amém.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Stamp collection


I'd love to have one like that... or to send and recieve a letter with one of those.
I miss recieving letters! Old good times.
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